A confusão mais comum é apresentar a TheNeil como uma fábrica de software ou uma consultoria de IA. Não é nenhuma das duas, e essa diferença define o rumo da conversa.
Explicar o que a TheNeil é, quais são os quatro formatos e o que ela não faz — sem criar uma expectativa que o contrato não vai sustentar.
O curso 01 é aberto. Para os cursos 02 e 03, pedimos seis campos. É um cadastro único: feito uma vez, vale para toda a Academy. Não é diagnóstico gratuito nem gera contato comercial automático.
“A TheNeil constrói dentro da empresa a capacidade de operar com IA e depois entrega isso para o time do cliente: o código, o processo, a documentação e o conhecimento. Não é fábrica de software nem consultoria que entrega relatório.”
São duas frases, e as duas negações no fim importam tanto quanto a primeira parte. São elas que evitam a comparação errada, que é onde a conversa normalmente se perde.
Academy. Gratuita, para ler quando quiser. Serve para aproximar o cliente e entender com quem você está falando, não para gerar receita.
Workshop. Uma sessão de trabalho contratada e conduzida pela TheNeil, para um grupo resolver uma questão concreta. O grupo sai com alinhamento e uma decisão registrada.
Prumo Discovery. Diagnóstico pago, com prazo e escopo fechados, que pode concluir que não vale a pena avançar.
Build & Transfer™. Construção do produto ou da operação, com entrega para o time do cliente no fim.
Na maioria dos casos: Prumo Discovery antes de Build & Transfer. E Workshop antes de tudo, quando o time do cliente ainda não fala a mesma língua.
“Eles fazem um diagnóstico gratuito.” Não fazem.
“É mais barato que contratar um time.” Esse não é o argumento, e pode nem ser verdade.
“Entregam em trinta dias.” É o escopo que define o prazo, e não o contrário.
“Garantem economia de tantos por cento.” Nenhum número é prometido antes do diagnóstico.
“Eles resolvem isso com IA.” A recomendação pode muito bem ser não usar IA naquele caso.
Isso não é uma objeção. É informação. O modelo não substitui o time interno: ele constrói algo que o time interno recebe depois. Em muitos casos, é o próprio time de tecnologia quem pede.
Uma resposta que funciona: “O modelo existe justamente para que o time de vocês assuma isso depois, com documentação e processo. Não é terceirização para sempre.”
Você não precisa vender o projeto. Você precisa de três coisas: reconhecer a situação, fazer a ligação entre as pessoas e garantir que a expectativa esteja correta antes da primeira reunião. É isso que faz a indicação virar negócio.
As negações usadas nesta explicação vêm do posicionamento oficial da TheNeil e das condições reais de contrato de cada formato.
Você já sabe filtrar e explicar. Falta a parte prática: como encaminhar, o que enviar e o que acontece depois. É o curso 03.